125 casos da Doença Diarreica Aguda (DDA) já foram registrados em Quixadá, 6% dos atendimentos da UPA local

O número de casos da Doença Diarreica Aguda (DDA) cresceu no interior do Estado, neste início de ano. Segundo especialistas, o período chuvoso potencializa os riscos de doenças transmitidas por bactérias, vírus e parasitas.

Já no Sertão Central, foram detectados 447 casos na área da 8ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRES), sediada em Quixadá. Neste Município são 125 confirmações de DDA, o maior número da região. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, representa 6% das ocorrências diários. A UPA tem capacidade para atender 200 pacientes por dia. Por enquanto, o quadro é de normalidade, explica o diretor geral da unidade, Raul Dinelly.

Embora seja conhecida como “doença da mosca” ou “virose da mosca”, de acordo com a enfermeira Caroline Muniz, técnica do Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), o inseto, no entanto, não é o único transmissor dessa virose, notificada como Doença Diarreica Aguda (DDA).

A doença pode ser transmitida por vírus, bactérias ou parasitas. Tanto a mosca como o rato, a barata, formiga e até mesmo o ser humano podem transmitir esses micro-organismos. Por isso, a higienização correta das mãos e dos alimentos é fundamental para prevenir a DDA.

Conforme os médicos, o tempo de cura gira entre dois a 14 dias. Para se prevenir, medidas simples podem ajudar, como lavar sempre as mãos, legumes, frutas e verduras e beber bastante água.

Diário do Nordeste

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