Agricultor de Quixeramobim é homenageado em Brasília por desenvolver nova técnica no plantio do algodão

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realizou nesta quarta-feira, 24, em Brasilia, uma cerimônia em comemoração aos 46 anos da Empresa no Pavilhão Ciência para a Vida. O evento reuniu mais de 30 embaixadores, um reconhecimento, segundo o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, da importância da Empresa para o agronegócio mundial. Ele participou da cerimônia representando a ministra Tereza Cristina.

Mais de 400 convidados participaram da solenidade, incluindo secretários de ministérios, embaixadores, parlamentares, representantes de organismos internacionais, reitores de universidades, parceiros da iniciativa privada, confederações de agricultura, cooperativas, organizações estaduais de pesquisa agropecuária e extensão rural, entre outras instituições.
“A Embrapa é hoje o resultado de todo esforço e dedicação de seus empregados”, disse Sebastião Barbosa.

Em meio a tantas celebridades, estava o quixeramobinense Francisco José da Cunha, Francimar, como é conhecido. O mesmo recebeu das mãos do presidente do Banco do nordeste um troféu em homenagem ao trabalho desenvolvido em Quixeramobim no plantio do algodão. Francimar é um exemplo de produtor para seus vizinhos. O trabalho desenvolvido em sua propriedade e arredores impulsiona a economia local, tornando a região do município de Quixeramobim a maior produtora de algodão do Estado do Ceará. A homenagem prestada pela Embrapa é justamente pelo trabalho desenvolvido com culturas alimentares, algodão e animais domésticos.

Francimar, herdou a fazenda Lages em Quixeramobim (CE), aos 16 anos de idade e, desde então, dedica-se ao cultivo de feijão, milho e algodão, além da criação de gado na propriedade de cerca de 100ha.

O plantio de algodão sempre ocupou a maior área de cultivo da propriedade, variando de 20ha a 25ha, pois trata-se da cultura com maior rentabilidade. Ela também é a cultura na qual Francimar desenvolveu uma técnica de manejo empírica para controle do bicudo, que passou a afetar a região nos anos 1980.

Com o surgimento da praga na região, o agricultor adotou um maior espaçamento entre plantas e o plantio nas primeiras chuvas, antecipando ao máximo a formação da maior quantidade de maças antes do ataque com danos do bicudo. Com a aplicação da técnica, ele consegue antecipar a formação de um grande número de maças antes do surgimento da segunda ou terceira geração do bicudo. A adoção do espaçamento maior entre plantas aumenta a incidência de sol nos botões florais, secando e matando boa parte dos ovos e lavas do bicudo antes que ele chega à fase adulta.

Com informações do site da Embrapa / O Sertão é Noticia

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