Sobra leite, falta mercado: Produtores de leite do Ceará voltam a pedir mais apoio ao Governo.

A Bovinocultura de Leite no Ceará é a atividade que mais gera benefícios econômicos e sociais para o semiárido cearense. O segmento leiteiro é alavancado, principalmente, pelo consumo de lácteos no Estado e na região Nordeste, e, a consequente expansão das unidades industriais. Evidenciando este dinamismo, o volume de leite produzido no Ceará cresceu de 158,5 milhões de litros no ano de 1990 para 577,9 em 2017, um aumento 265% no período, com crescimento médio anual de 7,9%, enquanto o Brasil cresceu 5,1% e o Nordeste 3,9% no mesmo período.

O leite é o produto do agronegócio cearense de maior valor da produção, cerca de de R$ 743 milhões em 2017, sendo o 2º do Nordeste e 10º do País e, mais importante do que isso, o leite movimenta a economia das pequenas cidades do interior, ajuda na distribuição de renda e gera empregos permanentes no meio rural, sendo produzido em todos os 184 municípios do Ceará, sendo também um dos mais promissores setores da agropecuária cearense.

Todavia, apesar de ser uma atividade secular e com forte presença no meio rural, o longo período de exploração leiteira no estado do Ceará não foi suficiente para que a bovinocultura se desenvolvesse por completo, sendo, de forma geral, uma atividade ainda explorada pela maioria de produtores em baixos níveis de tecnologia e de eficiência.

A nossa região atravessa uma crise econômica com reflexos perversos na produção agrícola, com o Ceará enfrentando cinco anos seguidos de chuvas abaixo da média, de 2012 a 2016, forçando a descapitalização das unidades produtivas. Algumas ações direcionadas à cadeia produtiva do leite em andamento no estado do Ceará, são executadas de forma isolada por diversas entidades ligadas à atividade, e por isso pouco impactantes.

Enquanto não se mudar este quadro de consolidação do setor em prol de uma agenda estratégica ampla que contemple os anseios do setor, é necessário que as diversas entidades públicas e privadas unam esforços e estabeleçam um pacto garantindo o desenvolvimento dos pequenos, médios e grandes produtores, laticínios, indústrias e comércio varejista. Os resultados esperados serão a geração de empregos, renda e arrecadação de tributos, desenvolvendo o sistema e melhorando sua competitividade frente aos demais estados produtores do Nordeste, e, desta forma, a bovinocultura de leite cearense dará um grande salto quantitativo e qualitativo.

Federação da Agricultura e Pecuária – FAEC  com Walter Lima

Sobra leite, falta mercado: Produtores de leite do Ceará voltam a pedir mais apoio ao Governo. A PECUÁRIA DE LEITE NO CEARÁA Bovinocultura de Leite no Ceará é a atividade que mais gera benefícios econômicos e sociais para o semiárido cearense. O segmento leiteiro é alavancado, principalmente, pelo consumo de lácteos no Estado e na região Nordeste, e, a consequente expansão das unidades industriais. Evidenciando este dinamismo, o volume de leite produzido no Ceará cresceu de 158,5 milhões de litros no ano de 1990 para 577,9 em 2017, um aumento 265% no período, com crescimento médio anual de 7,9%, enquanto o Brasil cresceu 5,1% e o Nordeste 3,9% no mesmo período.O leite é o produto do agronegócio cearense de maior valor da produção, cerca de de R$ 743 milhões em 2017, sendo o 2º do Nordeste e 10º do País e, mais importante do que isso, o leite movimenta a economia das pequenas cidades do interior, ajuda na distribuição de renda e gera empregos permanentes no meio rural, sendo produzido em todos os 184 municípios do Ceará, sendo também um dos mais promissores setores da agropecuária cearense.Todavia, apesar de ser uma atividade secular e com forte presença no meio rural, o longo período de exploração leiteira no estado do Ceará não foi suficiente para que a bovinocultura se desenvolvesse por completo, sendo, de forma geral, uma atividade ainda explorada pela maioria de produtores em baixos níveis de tecnologia e de eficiência.A nossa região atravessa uma crise econômica com reflexos perversos na produção agrícola, com o Ceará enfrentando cinco anos seguidos de chuvas abaixo da média, de 2012 a 2016, forçando a descapitalização das unidades produtivas. Algumas ações direcionadas à cadeia produtiva do leite em andamento no estado do Ceará, são executadas de forma isolada por diversas entidades ligadas à atividade, e por isso pouco impactantes.Enquanto não se mudar este quadro de consolidação do setor em prol de uma agenda estratégica ampla que contemple os anseios do setor, é necessário que as diversas entidades públicas e privadas unam esforços e estabeleçam um pacto garantindo o desenvolvimento dos pequenos, médios e grandes produtores, laticínios, indústrias e comércio varejista. Os resultados esperados serão a geração de empregos, renda e arrecadação de tributos, desenvolvendo o sistema e melhorando sua competitividade frente aos demais estados produtores do Nordeste, e, desta forma, a bovinocultura de leite cearense dará um grande salto quantitativo e qualitativo.Federação da Agricultura e Pecuária – FAEC

Publicado por Walter Lima Press em Sexta-feira, 12 de abril de 2019

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